A evolução da TI: do centro de custos ao valor digital, com IA, nuvem e confiança
A TI evoluiu do custo ao valor digital, com foco em impacto, plataformas, experiência do usuário e confiança em IA e nuvem.
A TI passou muito tempo sendo cobrada por estabilidade, padronização e redução de custos. Esse modelo foi importante para amadurecer operações e garantir disponibilidade. Porém, tornou-se insuficiente em um cenário no qual valor público e valor de negócio dependem de dados, automação, experiência do usuário e capacidade de resposta rápida.
A transformação digital, intensificada por IA e nuvem, reposicionou a TI como capacidade organizacional estruturante. O desempenho deixa de ser medido apenas por entregas internas e passa a ser avaliado por impacto: integração de serviços, redução de fricção, segurança, qualidade decisória e valor percebido pelo usuário.
Gosto de sintetizar essa evolução em quatro mudanças objetivas:
✔️ Foco: de “funcionar” para criar valor, com priorização por resultados e métricas de impacto.
✔️ Estrutura: de silos para atuação transversal, com plataformas, produtos e jornadas.
✔️ Usuário: de dependente para protagonista, com adoção e experiência no centro.
✔️ Sucesso: de uptime para impacto, com confiança digital como requisito de escala.
O ponto principal é simples: evoluir a TI não é trocar ferramentas. É mudar posição institucional, governança e métricas. A TI que entrega valor opera com clareza de prioridades, integra serviços, protege dados, e mede o que importa para o cidadão, para o cliente e para a organização.

Se esse tema faz parte da sua agenda, vale revisitar o que você mede, como organiza times e como decide prioridades.
