#IT Fórum: Riscos e desafios de segurança na engenharia de prompt
A Engenharia de Prompt virou a nova “planilha de Excel”: todo mundo acha que sabe usar, mas poucos realmente extraem valor dela. E o resultado? Projetos de IA que prometem o céu e entregam… custos.
A simplicidade de conversar com uma IA é sedutora. Escrevemos uma frase, recebemos um texto, um código, uma imagem. Parece mágica. E, como líderes e equipes, nos apaixonamos pela mágica. O problema é que essa facilidade mascarou uma verdade inconveniente: o princípio de “garbage in, garbage out” evoluiu para uma versão muito mais cara e sutil.
Um prompt mal construído não gera apenas uma resposta ruim. Ele gera inconsistência, aumenta o risco de “alucinações”, consome tokens de API desnecessariamente e, o pior de tudo, desalinha a tecnologia do objetivo de negócio. Estamos criando “lixo de IA” de forma eficiente, sem perceber o custo real.
Tratar a engenharia de prompt como um truque ou um “jeitinho” é a receita para o fracasso. Ela precisa ser encarada como o que realmente é: uma disciplina de engenharia. Com método, versionamento, testes e, acima de tudo, governança.
Para não transformar seu projeto de IA em um poço de dinheiro, aqui vão 3 verdades inconvenientes (e práticas) sobre o assunto:
1️⃣ Pense como um Engenheiro, não como um Poeta: Um bom prompt não é sobre lirismo, mas sobre estrutura, clareza, contexto e o uso de técnicas como few-shot, Chain-of-Thought ou ReAct. É lógica, não só linguagem.
2️⃣ Documente TUDO: Versionamento de prompts é tão crucial quanto o de código. Que prompt gerou qual resultado? Com qual configuração de temperatura e top-K? Sem um registro disciplinado, você está no escuro, repetindo erros e desperdiçando recursos.
3️⃣ Teste, Meça, Itere (com método!): Trate prompts como hipóteses. Crie cenários de teste, avalie a qualidade das saídas com métricas objetivas e itere de forma estruturada. Achar que “ficou bom” não é uma estratégia.
A pergunta que fica é: estamos tratando a Engenharia de Prompt com a disciplina que ela exige ou estamos apenas “brincando com a sorte” e esperando por um milagre algorítmico?
Como sua empresa está garantindo que seus prompts são ativos estratégicos e não apenas custos operacionais disfarçados de inovação?
Discuti esses riscos e os caminhos para superá-los em meu novo artigo para o IT Forum.
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