O Brasil acaba de dar seu passo mais maduro em cibersegurança

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A nova Estratégia Nacional de Cibersegurança (E-Ciber) não é apenas uma atualização; é uma mudança de paradigma. Diferente da primeira versão de 2020, ela nasceu da colaboração entre 25 instituições do governo, sociedade civil, academia e setor empresarial.Isso é governança de verdade.

Mas aqui está a provocação: a colaboração que foi necessária para criar a estratégia será a mesma necessária para executá-la. E é aqui que os planos mais brilhantes costumam falhar.A E-Ciber eleva a cibersegurança de um problema técnico para uma estratégia de Estado.

O sucesso, no entanto, não dependerá da qualidade do documento, mas da coragem da nossa liderança em transformar colaboração em ação.

𝗢 𝗱𝗲𝗰𝗿𝗲𝘁𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘅𝗶𝗴𝗲 𝘂𝗺 𝗴𝗲𝘀𝘁𝗼𝗿 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝗴𝘂𝗿𝗮𝗻ç𝗮 𝗲𝗺 𝗰𝗮𝗱𝗮 ó𝗿𝗴ã𝗼 é 𝘂𝗺 𝗽𝗮𝘀𝘀𝗼 𝗳𝘂𝗻𝗱𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮𝗹. Mas esse líder terá autoridade para vetar um projeto por razões de risco? Ele terá orçamento para competir com a indústria do cibercrime?

Como discuto no meu livro “Mapa da Liderança”, um mapa só tem valor se o líder tiver a coragem de seguir o caminho, especialmente as partes difíceis. A governança no papel precisa se tornar resiliência na prática.Minha pergunta para os líderes aqui é: como transformamos a colaboração, que foi excelente para criar a estratégia, em uma disciplina de execução conjunta entre o setor público e o privado?

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