O show de Ano-Novo na China, realizado no último dia 28, parecia cena de ficção científica: 𝗿𝗼𝗯ô𝘀 𝗵𝘂𝗺𝗮𝗻𝗼𝗶𝗱𝗲𝘀 𝘀𝗶𝗻𝗰𝗿𝗼𝗻𝗶𝘇𝗮𝗱𝗼𝘀, 𝗱𝗮𝗻ç𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝘀𝗲 𝗳𝗼𝘀𝘀𝗲𝗺 𝗽𝗮𝗿𝘁𝗲 𝗱𝗲 𝘂𝗺 𝗲𝘅é𝗿𝗰𝗶𝘁𝗼 𝗳𝘂𝘁𝘂𝗿𝗶𝘀𝘁𝗮. Para quem cresceu assistindo Exterminador do Futuro (Terminator) ou Westworld, a pergunta é inevitável: estamos assistindo a um espetáculo ou ao prólogo de uma nova era onde humanos e máquinas disputarão espaço?
Enquanto nos EUA a OpenAI lança o ChatGPT Gov e empresas como Tesla e Boston Dynamics avançam na robótica, a China está apostando pesado na 𝗳𝘂𝘀ã𝗼 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗜𝗔 𝗲 𝗮𝘂𝘁ô𝗺𝗮𝘁𝗼𝘀 𝗵𝘂𝗺𝗮𝗻𝗼𝗶𝗱𝗲𝘀. E me arrisco a dizer que esse show não foi só entretenimento — foi uma 𝗱𝗲𝗺𝗼𝗻𝘀𝘁𝗿𝗮çã𝗼 𝗱𝗲 𝗳𝗼𝗿ç𝗮 nessa corrida pelo domínio da Inteligência Artificial.
E qual pode ser o impacto dessa demonstração para o futuro do trabalho?
𝗛𝘂𝗺𝗮𝗻𝗼𝗶𝗱𝗲𝘀 𝗻𝗼 𝗺𝗲𝗿𝗰𝗮𝗱𝗼: Se robôs podem dançar em sincronia, imagine o que podem fazer em fábricas, escritórios e até no atendimento ao público.
𝗔𝘂𝘁𝗼𝗺𝗮çã𝗼 𝗮𝗰𝗲𝗹𝗲𝗿𝗮𝗱𝗮: Empresas precisarão reavaliar processos e investir em capacitação para que humanos não sejam substituídos, mas complementados pela IA.
𝗚𝗲𝗼𝗽𝗼𝗹í𝘁𝗶𝗰𝗮 𝗱𝗮 𝘁𝗲𝗰𝗻𝗼𝗹𝗼𝗴𝗶𝗮: Quem dominar a IA e a robótica não controlará só o mercado, mas o futuro das nações.
𝗘𝘀𝘁𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗽𝗿𝗼𝗻𝘁𝗼𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝘂𝗺 𝗳𝘂𝘁𝘂𝗿𝗼 𝗼𝗻𝗱𝗲 𝗿𝗼𝗯ô𝘀 𝗻ã𝗼 𝗮𝗽𝗲𝗻𝗮𝘀 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲𝘁ê𝗺, 𝗺𝗮𝘀 𝘁𝗮𝗺𝗯é𝗺 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗲𝘁𝗲𝗺 𝗽𝗼𝗿 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗼𝘀 𝗲𝗺𝗽𝗿𝗲𝗴𝗼𝘀 𝗲 𝗲𝘀𝗽𝗮ç𝗼𝘀 𝗰𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮𝗶𝘀? A linha entre humano e máquina está se tornando cada vez mais tênue, e cabe a nós decidir como navegar nessa nova realidade.
Assista ao vídeo: https://lnkd.in/d8EJKR-e
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